A primeira experiência com um carro eletrificado

A primeira experiência com um carro eletrificado!

Há cerca de 3 anos comecei a analisar a hipótese de trocar de carro. A viatura que tinha na altura já contava com alguma idade, e achei que estava na hora certa de procurar uma alternativa mais recente. No verão desse ano consegui vender o carro que possuía e, pela primeira vez, coloquei como hipótese adquirir uma viatura eletrificada. Na altura, falei com várias pessoas sobre este assunto, no sentido de obter inputs e opiniões sobre a melhor decisão a tomar. Como facilmente compreenderá, obtive feedback de vários tipos e até contraditórios. Se, por um lado, ouvi alguns que me diziam que “… isso dos carros “a pilhas” não faz qualquer sentido!”, outros afirmavam peremptoriamente que “O futuro está nos elétricos, claramente! Os carros a combustão fazem parte do passado!”. Todos escutei com atenção, e de todos procurei tirar algo útil para a minha tomada de decisão que estava iminente.

Tento ponderar bem as minhas decisões nos vários aspetos da minha vida, considerando com razoabilidade e bom-senso todas as variáveis. No entanto, confesso-lhe que no caso da escolha de um carro é-me mais difícil fazer esse exercício. E porquê? Porque é uma decisão que tem muito de emocional! Pelo menos para mim, que sempre adorei automóveis.

Na verdade, a viatura que possuía anteriormente foi uma aquisição puramente emocional. O carro em questão era um desejo meu de há vários anos, e avancei para a respetiva aquisição conduzido completamente pela emoção. Era uma viatura de facto impressionante, esteticamente apelativa e distinta, com performances assinaláveis, e um prazer de condução elevado. No entanto, estamos a falar de uma viatura tipificada como Classe 2 nas portagens, motor com 6 cilindros, bi-turbo, com um consumo médio de 12l/100kms (facilmente estava acima deste valor), e cujo valor de IUC, de seguro anual, ou o montante gasto em cada troca de pneus, me faziam pensar frequentemente se tinha de facto tomado a melhor decisão. Estava claro que, racionalmente, a escolha tida sido errada. Isto é, colocando emoção e razão nos dois pratos da balança, eu tinha feito uma opção clara de dar primazia à vertente emocional. Pois bem, sejamos claros: paguei por isso, literalmente!

Aprendida a lição, quando chegou a hora de adquirir uma nova viatura, a razão teria de ter um peso pelo menos igual ao da emoção. Recuemos então até há 3 anos atrás… como disse, ouvi várias opiniões. Mas não só! Experimentei vários carros, de diversos tipos, naturalmente dentro do orçamento estipulado e cumprindo os restantes requisitos que impus.

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