O Dr. Artur, médico de clínica geral, tem um contrato de trabalho com uma entidade da área da saúde. Simultaneamente, exerce a sua atividade como trabalhador independente, emitindo os chamados “recibos verdes".

A vasta experiência e reputação juntos dos seus pacientes, mantêm a sua agenda bastante ocupada. Apesar da falta de tempo, o Dr. Artur gosta de estar bem informado, nomeadamente em assuntos que de alguma forma afetem a sua vida financeira.

Após conferir o artigo publicado pela UWU Solutions, percebeu que a tributação dos seus rendimentos poderia sofrer um aumento de cerca de 12 000€. Consequentemente, decidiu contactar-nos para entender o porquê!

Efetivamente, devido ao atual regime do trabalhador independente, a carga fiscal do Dr. Artur pode sofrer um grande aumento! Vejamos:

O médico como trabalhador independente

Como podemos confirmar, em anos anteriores, o Dr. Artur considerava como rendimento sujeito a imposto cerca de 75% do valor total faturado. Atualmente, poderá ter de considerar, como rendimento sujeito a imposto, mais 13% do seu rendimento total.

Para que isso não aconteça, o Dr. Artur terá de justificar 25 146€, com despesas inerentes à sua atividade.

Neste contexto, o Dr. Artur indicou-nos que, no início do ano, fez um investimento na sua formação e no seu gabinete pessoal. Incorrendo numa despesa de cerca de 20 000 € e 30 000 €, respetivamente.

Apesar das despesas com a sua formação não serem aceites para o efeito pretendido, o investimento no seu gabinete poderá ser indicado, de forma a reduzir o imposto devido pelo Dr. Artur. Vejamos como:

O médico como trabalhador independente

Assim, ao justificar 30 000€ em despesas, o Dr. Artur irá pagar cerca de 61 824€ de imposto. Uma grande poupança, face aos 73 894€ que teria de pagar, caso não tivesse apresentado as despesas inerentes à remodelado o seu gabinete.

Para evitar o aumento da sua carga fiscal, faça como o Dr. Artur, contacte-nos de forma a perceber como e o que despesas pode comunicar, para reduziu o valor do seu imposto.

Antes de se verificarem estas alterações, o Dr. Artur, como trabalhador independente, estava dispensado das contribuições para a segurança social.

Desde a alteração ao regime, o Dr. Artur terá de entregar as suas contribuições para segurança social, como trabalhador dependente e independente.

A taxa contributiva para a Segurança Social, como trabalhador independente, diminuiu para 21,4% e, esta taxa, irá incidir sobre 70% da média dos rendimentos do último trimestre, obtidos pelo médico.

Admitindo que, o valor de rendimentos do último trimestre do Dr. Artur é de 60 000€, o rendimento relevante será de 42 0000€.Logo, deverá pagar uma contribuição de 21,4% sobre 1/3 do rendimento relevante mensal médio, ou seja, 1 119€ mensais (respeitando o limite definido).

No entanto, este valor não será constante. Ou seja, irá sempre incidir sobre o valor declarado referente ao trimestre anterior, através da declaração a ser entregue em janeiro, abril, julho e outubro.

Encontra-se numa situação semelhante ao do Dr. Artur? Contacte-nos e otimize o seu rendimento, perante o atual sistema fiscal!



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