A atual pandemia tem tido consequências nefastas na nossa sociedade, desde logo ao nível da saúde pública, mas também na economia e nas empresas.

Vivemos atualmente um momento de esperança, convictos de que o pior já passou, e que iremos gradualmente recuperar social e economicamente.

Paulatinamente, os negócios vão voltando a abrir, e os apoios estatais são decisivos para a sua recuperação. Se a sua empresa retomou a atividade em abril ou ainda vai fazê-lo em maio, e esteve em Layoff ou requereu o Apoio à Retoma no primeiro trimestre de 2021, podemos a ajudá-lo a obter um apoio financeiro junto do IEFP.

O IEFP disponibiliza duas modalidades de apoio, de acordo com o momento em que irá solicitá-lo:

  • Quando requerido até 31 de maio de 2021: as empresas recebem 1.330€ (665€x2) por cada trabalhador abrangido pelo Layoff ou pelo Apoio à Retoma. Este será pago de forma faseada ao longo de 6 meses;
  • Quando requerido entre 1 de junho e 31 de agosto de 2021: as empresas recebem 665€ por cada trabalhador abrangido pelo Layoff ou pelo Apoio à Retoma, pago de uma só vez.

Se decidir optar pela primeira opção, terá ainda direito à dispensa de 50% da TSU a cargo da entidade empregadora, durante dois meses, com referência aos trabalhadores que estiveram em Layoff ou Apoio à Retoma Progressiva.

Este apoio continua a revelar-se vantajoso se a conjuntura da sua empresa se alterar. Isto porque, ao final de três meses, a empresa pode desistir deste apoio e requerer subsequentemente o Apoio à Retoma Progressiva sem necessidade de devolução dos montantes já recebidos.


Caso prático – Apoio financeiro e poupança de contribuições para a Segurança Social

Vejamos o caso da Graça, a gerente de um restaurante, o “Portugal Divine”. Em janeiro viu-se obrigada a colocar em Layoff os seus 10 colaboradores. Em abril, voltou a abrir o seu restaurante e os colaboradores voltaram ao trabalho.

Em 1 de maio vai requerer ao IEFP o apoio de dois salários mínimos nacionais (1.330€), porque os seus 10 colaboradores estiveram em Layoff até abril 2021. Para além disto, terá ainda direito à dispensa de 50% da TSU a cargo da entidade empregadora. Vejamos quais os valores de que estamos a falar e qual o valor que a Graça vai poupar:

  • A Graça tem 4 cozinheiros e 6 empregados de mesa a trabalhar no seu restaurante;
  • O vencimento de cada cozinheiro é de 1.000€ e de cada empregado de mesa é de 800€.

Apoio financeiro e poupança de contribuições para a Segurança Social

Se a Graça não requerer este apoio, vai ter um custo de TSU 4.180€, ao final de dois meses. Mas ao requerer o apoio financeiro de 2 salários mínimos nacionais, vai poupar 2.090€. Para além disto, ainda vai receber o pagamento de 13.300€, ao longo de 6 meses (1.330€ x 10 colaboradores = 13.300€).

No total, através do Novo incentivo à normalização da atividade empresarial a Graça vai conseguir poupar 15.390€.


Já pensou na diferença que mais de 15.000€ podiam fazer nas contas da sua empresa? Contacte-nos para perceber se também pode obter apoios!


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